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O ATUAL DEBATE SOBRE DIREITO SINDICAL


 Para início de conversa cabe deixar claro aqui a ideia de Amauri Mascaro Nascimento, em dizer que para alguns o direito sindical é um tema preponderantemente sociológico e não jurídico. Isto porque não se limita à um direito de se agrupar, mas sim à um movimento social “independente.”
Conforme diz Rousseau, “O povo reunido dir-se-á: Quimera! Hoje é uma quimera, mas não o era há dois mil anos. Teriam os homens mudado de natureza?” Aqui esta frase se nos encaixa perfeitamente, pois nos pode trazer a compreensão de que a sociedade não é estagnada, nem seus conceitos sobre uma correta forma de agir.
Destarte, Amauri vem citar em seu livro a ideia de Ojeda Avilés que consegue identificar na história três fases distintas. As quais são:
1.    Proibição: As antigas organizações grupais de trabalho eram as corporações de ofício. Com a ascenção da Revolução Francesa, em 1789, e sua visão que considerava a associação incompatível com a liberdade do indivíduo. Levando à alterações jurisprudenciais do comon law (1800) na Grã-Bretanha; Sendo proibidos na Bélgica, onde eram reconhecidos; e chegando ao ponto de serem considerados crime, no Código Penal de Napoleão (1810).
2.    Aceitação: Aqui estes direitos não eram expressamente tolerados, mas podemos dizer que havia uma aceitação tácita sobre o sindicalismo. Isto devido à revogação das leis que o entendiam como conspiração em 1824. Mais a frente temos a criação da Lei Waldeck-Rousseau, que revoga a Lei Le Chapelier (1884), permitindo a criação de sindicatos na França.
3.    Reconhecimento: Neste momento se levantaram duas vertentes, o sindicalismo socialista e o corporativismo;

a.    Sindicalismo Socialista: Teve sua implantação na Rússia, onde teve imensos problemas, um dos maiores era o de o patrão ser, nada mais, que um funcionário público do Estado. Outro problema de maior grau era de que os sindicatos eram controlados pelo Partido Comunista da União Soviética. Ao fim das contas, tinha-se o Estado exigindo direitos do Estado.

b.    Corporativismo: Surgiu primeiramente na Itália (1927) e enfrentava o problema da intervenção do Estado em sua liberdade. Mais adiante, na Espanha, o Código de Trabalho (1926) ia contrário a ideia marxista da luta das classes e buscava harmonizar as classes. Na Alemanha nazista, com o extremo socialismo os sindicatos foram proibidos, porém tomaram força com liberdade ao fim da Guerra Mundial. Suas bases mais fortes de liberdade sindical estão nos E.U.A. e na Grã-Bretanha.

Alice Monteiro de Barros traz um conceito de oque vem a ser o sindicato de forma breve precisa quando diz: O sindicato vem sendo definido legalmente como uma forma de "associação profissional devidamente reconhecida pelo Estado como representante legal da categoria." Sendo assim com liberdade para contraírem direitos, por estas serem pessoas jurídicas. Tendo para si a função principal de buscar direitos e garantias que melhorem o dia do trabalhador.

Explanados tais fatos, nos resta o questionamento sobre quais são os rumos que o sindicalismo tem tomado no Brasil? E para qual fim está caminhando o sindicalismo brasileiro? Tem este acompanhado o liberalismo econômico da sociedade? Nos cabe tomarmos decisões precisas em épocas de reforma, para que não permitamos que a liberdade sindical, prevista no artigo 8° da Constituição, venha se sobrepor aos direitos de liberdade e de salário do empregado e da mesma maneira do empregador.

autor: Erick Matheus Rabelo Nogueira

contato:https://www.facebook.com/erickmatheus.rabelonogueira

O outro é um ilustre desconhecido

Universo Raciona´- O outro é um ilustre desconhecido

   A capacidade de conhecermos os outros vem a cada dia se expandindo, pois temos a diminuição da distancia com a internet  e os meios de comunicação, hoje em dia eu posso entender suas dores seu s sofrimentos de forma rápida estando a milhares de quilômetros de você, a internet trouxe a aproximação de grupos que viviam separados, fazendo com que eles se juntassem para lutar pelos seus direitos. No entanto isso é uma faca de dois gumes: pois de um lado temos a aproximação e de outro a separação de forma camuflada.
  A forma de comunicação ‘’Cara a Cara’’ perdeu toda a sua força, isso muitas das vezes trás uma certa insegurança e ineficácia da comunicação, pois sem dúvida é muito mais complicado questionar alguém com a verdadeira eloquência estando atrás de um smartfone, ou talvez convencer alguém que sua opinião está errada e até perceber um equivoco pessoal.
  Temos perdido a habilidade de empatia, não sabemos mais ouvir e até incapazes de lidarmos com as nossas própria emoções, quero deixar para a reflexão de vocês.

Será que é possível resolver tudo pelo whats App? E nos certificarmos que a intensidade da emoção chegou como você queria?

Autor- Wesley Ferreira Lopes Siqueira 

O que é realmente FÁCIL



É muito fácil falar que o Brasil não tem mais jeito quero ver é fazer algo
para que mude isso.
É muito fácil falar que os políticos do país são corruptos quero ver é não fazer corrupção no dia a dia.
É muito fácil reclamar da vida e dizer que uns tem mais sorte do que outros quero ver é você fazer sua sorte.
É muito fácil ficar o dia inteiro no celular e depois queixar da vida.
É fácil dizer que vai passar num concurso quero ver você sentar e estudar.

É fácil gritar para defender uma ideologia mas duvido você explaná-la criteriosamente.

É muito fácil dizer que vai mudar de atitude, mas duvido você mudar de verdade.
É fácil dizer que quer um mundo melhor mas duvido você a começar a mudar para melhor em seu bairro, cidade...
É fácil dizer que tem sonhos quero ver é lutar todos os dias para ele realizar.
Portanto, é fácil, é muito fácil, fácil demais, todo mundo consegue, é só abrir a boca. 
Mas sinceramente convido você a pensar, a criticar, a sair da mesmice, a agir, a fazer valer o que foi falado...


Autora- Pamela Eduarda Vieira Duarte